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Outubro Rosa: os sinais e sintomas do câncer de mama

Outubro Rosa

Você sabe reconhecer os sinais e sintomas do câncer de mama?!

O conhecimento leva a detecção precoce, maiores chances de cura e abordagem menos agressiva. Outubro Rosa é o mês dedicado a conscientização e diagnóstico precoce do câncer de mama. Mas como surge essa doença?

Ela não tem uma causa única, possui diversos fatores de risco. Existem aqueles que não podemos alterar, como história familiar, alteração genética (mutações nos genes, especialmente BRCA1 e BRCA2), idade da menarca (primeira menstruação antes dos 12 anos), uso de anticoncepcional e terapia hormonal.

Mas há fatores que são modificáveis e podem trazer prevenção, por exemplo, prática de atividade física, não ingestão de álcool, amamentação e perda de peso.

O avanço na idade é o principal fator de risco. O rastreamento é de fundamental importância para se diagnosticar o mais cedo possível e obter bons resultados. O Ministério da Saúde recomenda mamografia a partir dos 50 anos e a Sociedade Brasileira de Mastologia recomenda a partir dos 40 anos ou menos, se possuir fator de risco. Entretanto, este exame pode ser feito em qualquer idade, se houver indicação médica.

Alguns dos sinais e sintomas são:

Nódulos fixos e endurecidos que vem aumentando de tamanho em qualquer idade, nódulos de qualquer forma em mulheres acima de 50 anos, Secreção sanguinolenta em uma das mamas, aumento da mama com aspecto em ‘’casca de laranja’’, Formato do mamilo alterado.

Se você perceber qualquer alteração nas mamas é necessário que procure o seu médico. O profissional especialista em mamas é o mastologista. O diagnóstico é feito pelo médico através de uma entrevista detalhada, exame físico, mamografia e exame histopatológico (biópsia).

O tratamento varia, pois existem vários tipos de câncer e estágios, além da condição de saúde da paciente. Pode ser:

  • Diretamente na mama – cirurgia;
  • Radioterapia e reconstrução mamária.
  • Sistêmico (corpo) – quimioterapia;
  • Hormonioterapia; e
  • Medicamento (trastuzumabe).


Não é fácil lidar com a doença. É muito importante o apoio familiar e adesão ao tratamento. A conscientização da população é de extrema importância para propagação de conhecimento, diagnóstico e tratamento em estágio precoce.

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Viva bem, Viva com saúde!

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A educação transformou minha vida. Acredito que o conhecimento médico acessível a todos pode transformar vidas! Acadêmica de Medicina na Universidade Federal de Ouro Preto - MG

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